Fazenda-do-Centro Erguido em 1845 pelo major Antônio Machado Vieira da Cunha , como sede da fazenda, chegou a ter aproximadamente 600 escravos que produziam café, arroz e outros gêneros agrícolas. Ponto de encontro, local de festas e reuniões, no início do século XX, foi adquirido pela Ordem dos Agostinianos Recoletos, cujo mentor era o frei Manuel Simon.

Atualmente o Casarão da Fazenda do Centro, que faz parte do Conjunto Arquitetônico tombado pelo Conselho Estadual de Cultura no ano de 1984. Hoje restaurado, é  administrado pelo Instituto Frei Manuel Simon.

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VÍDEO 01

VÍDEO 02

8 Km da sede de Castelo

 BR 101 – safra / Castelo 47 km

BR 262 – Venda Nova do Imigrante / Castelo 37 km

INSTITUTO FREI MANUEL SIMÓN

Rua Antônio Machado, 35

Edifício Luiz Cola, loja 02

Centro, Castelo – ES

institutofms@gmail.com

028 3542 0394

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2 comentários

kely · 11 de janeiro de 2013 às 10:26

Trabalho aki tão perto e ainda não tive a oportunidade de conhecer.Mas assim q der vou lá. Olhando assim e tudo tão lindo…..mais uma vez,parabéns pelo trabalho.

Passeio à &Gruta do Limoeiro», ES - Blog de Martin · 30 de outubro de 2019 às 15:49

[…] Ao con­ti­nuar nossa via­gem, che­ga­mos ao «Ca­sa­rão da Fa­zenda do Cen­tro». A vi­sita cu­sta uma mo­de­sta con­tri­buição. Pri­meiro, a fun­ci­oná­ria nos ap­re­sen­tou a hi­stó­ria nacio­nal e lo­cal da casa. Claro, cerca de 600 es­cra­vos vi­viam e tra­bal­ha­vam aqui. A fa­zenda pro­du­zia café, ar­roz, fei­jão e outros ali­mentos. Após a in­tro­dução, vi­sit­a­mos o salão de baile no térreo, que mais tarde foi con­vertido em uma ig­reja onde ocor­reram mui­tos ba­tis­mos e ca­sa­mentos. Além disso, há a co­zinha, vá­rias sa­las de jan­tar e outros quar­tos. Aos dom­in­gos, os hóspe­des são ser­vi­dos al­moço ne­stes quar­tos. O forno na co­zinha não estava quente, pois che­ga­mos vá­rias ho­ras de­pois. Tudo foi ar­rum­ado. O an­dar su­pe­rior abriga princi­palmente sa­las de estar e quar­tos. Mais in­for­ma­ções sobre este edifício hi­stó­r­ico com sua hi­stó­ria po­dem ser en­con­tra­das em aqui. […]