Quilombo

 

 

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História da Comunidade:

As primeiras famílias a residirem em Quilombo foram as de Fernando Cremasco, Aurélio Cremasco, Luiz Pianissola e de Angelim Bravim.

A construção da igreja começou porque havia na comunidade de Sete Voltas, numa propriedade particular uma pequena capela. Frei José, pároco de Castelo na época, decidiu construir uma igreja na comunidade de Quilombo com apenas 4 famílias. Sendo o terreno doado por Luiz Pianissola e com apenas 20 cruzeiros começaram a construção juntamente com as famílias de Angelim Bravim, Fernando e Aurélio Cremasco.

Frei José estava construindo a Matriz de Castelo e ao desmanchar a igreja velha doou para ajudar na construção da  igreja de Quilombo tijolos e madeiras. O altar que lá existia foi comprado por uma igreja do Rio  de Janeiro onde Frei José trabalhou antes de vir para Castelo. O padre Antolim Rodrigues era quem dava Assistência às comunidades junto a Frei José. A igreja foi fundada em 1954.

Depois que a igreja ficou pronta, Frei José perguntou aos que ajudaram na sua construção que santo gostariam de colocar como padroeiro, então Sr. Luiz Pianissoli que havia ganhado a imagem de Santa Polônia de Frei José, perguntou se podia trazer a imagem para a igreja e Frei José consentiu.

A igreja não mantém suas formas arquitetônicas, sofrendo reformas nas décadas de 60 e 80.

As celebrações são realizadas todos os domingos às 10 h. Tendo apenas uma missa por mês com dia e horário agendados pela paróquia de Castelo.

A festa da comunidade é realizada no mês de fevereiro.

A Padroeira da comunidade é Santa Apolônia: Segundo os antigos, o sol curava todas as enfermidades, inclusive as afecções odontológicas. Também os gregos primitivos adoravam o sol, sendo Apolo o Deus Sol, sua divindade.
Na Igreja Católica, Polônia, ou Santa Apolônia é a imagem à qual se rende tributo para as dores dentárias. E uma analogia muito sugestiva nos chama a atenção entre o culto a Apolo e a história de Santa Apolônia, de quem se conta foram quebrados todos os dentes com pedras afiadas, na Alexandria pagã; o dia instituído para o seu culto foi 9 de fevereiro e 11 de fevereiro para Apolo.
Possivelmente, a história de Santa Apolônia nada mais é do que uma forma de culto a Apolo, entre os cristãos, que não podendo adorar ao Sol para acalmar suas dores dentárias, por ser um Deus pagão, criaram uma Santa com seu nome (Apolônia) em uma virgem cristã martirizada no século III d.C. (ano 248) em Alexandria, durante o reinado de Felipe, o Árabe. Conta-se que Santa Apolônia, em maio a seu suplício, pediu a Deus que todos os que sofressem de dores dentárias ao invocar seu nome, especialmente em 9 de fevereiro, teriam suas dores imediatamente acalmadas.

Contatos com esta Comunidade:

Luiz Valter Bassini

Marcela Fardin Sanson

Gervasio Sanson

99976-4382

99961-4748

99924-6346